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Sofrer por amor: Síndrome do coração partido

Atualizado: 27 de jan. de 2023


Quando enfrentamos uma perda, desilusão ou tristeza profunda a dor emocional é tanta que, muitas vezes, a sensação é de que ela se transfere para o corpo. E de fato isso acontece.


Mas o que pouca gente sabe é que essa dor emocional pode efetivamente gerar consequências graves. Esse sofrimento que pode surgir após uma situação de intenso estresse emocional tem um nome e pode ser grave o suficiente para levar o paciente ao óbito. Trata-se da síndrome do coração partido um problema cardíaco causado por uma emoção negativa muito forte, como o término de um casamento, a descoberta de uma traição por exemplo.


O quadro clínico da síndrome do coração partido é bem semelhante com o do infarto agudo do miocárdio, cujos sintomas mais comuns são caracterizados por dor súbita no peito e falta de ar, mas outros sinais também podem ocorrer como tonturas e vômitos, perda de apetite e dor no estômago, raiva, tristeza profunda ou depressão. Mais informações, links ao final.


Sofremos por amor, muitas vezes porque idealizamos alguém perfeito!

Não importa a razão, e existem milhares.

  • Orgulho ferido?

  • Foi traído?

  • Medo da solidão?

  • Necessidade de uma companhia?

  • Idealização demais?

  • Frustração?

  • Um pouco de tudo isso?

Freud dizia que, quando uma pessoa está apaixonada, ela se torna incrivelmente frágil. Isso acontece porque nosso aparelho psíquico, nossa mente, tende a concentrar seus esforços, sua libido, sua energia, na pessoa que é alvo do nosso amor.

Sofrer Por Amor

Mesmo que sem perceber, nos tornamos bastante “dependentes” daquela pessoa, no sentido de que ela passa a ocupar um lugar de grande destaque em nossa mente.


Freud dizia que, quando uma pessoa está segura de ser amada, ela se torna incrivelmente forte. Isso acontece porque uma relação amorosa nos aproxima da ilusão de completude.

r Amor

Da mesma forma, quando estamos numa relação, e somos abandonados pela outra pessoa, parece que o mundo vai acabar.


Mais uma citação de Freud: “nunca nos achamos tão indefesos contra o sofrimento como quando amamos, nunca tão desamparadamente infelizes como quando perdemos o nosso objeto amado ou o seu amor”.


Eu sou uma curiosa e tenho experiência no assunto, sei que casamentos podem ser restaurados, mas nem sempre isso acontece, vou relatar a minha experiência, o meu primeiro casamento, foi um relacionamento de 05 anos de namoro e 10 anos de casada, com três filhos. Depois de muitas tentativas de restauração, o fim foi inevitável.


Eu me casei de novo e estou feliz há 25 anos, com o meu marido, então tenho experiência de relacionamento que não deu certo e o outro que estamos construindo dia a dia.


E agora como superar um relacionamento desfeito?


Cada pessoa é diferente da outra, há algumas que já passam todas as fases do luto e desilusão quando ainda estão vivendo o relacionamento e quando há uma ruptura definitiva é como se a pessoa estivesse livre de uma prisão, sente um grande alívio, foi o meu caso.

Outras pessoas precisam de mais tempo, ficar longe do motivo de seu sofrimento, ajuda muito, e às vezes até de amigos comuns, familiares dele(a) pois o assunto do relacionamento sempre virá à tona, se distrair com outras coisas para não ficar remoendo os sentimentos, um hobby, um trabalho...


Deixar-se passar pelo luto e seus estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Se está doendo, espere passar.


Dê um espaço para si, antes de começar um novo relacionamento, se puder viaje, saia com os amigos, cuide de si, seja mais saudável, corpo e mente sãos!


E o mais importante! Busque a Deus diariamente e a Sua paz, que Ele inundará o seu interior e acredite em uma coisa, você não precisa de ninguém para ser feliz, você pode ser feliz sozinha se assim optar.


E uma dica muito importante que sempre falo: A ajuda profissional é de grande valor para quem está passando por momentos difíceis ou um ombro amigo, conselheiros espirituais, buscar ajuda é muito bom, não sofra sozinho(a).

Nena Fonseca



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